Remédio para emagrecer – Riscos, vantagens e desvantagens

Emagrecer de forma rápida com uso de medicamentos pode ser uma armadilha para quem quer também uma vida saudável. Os medicamentos que fazem você perder os quilos extras podem trazer também alguns efeitos indesejados como boca seca, enjoo, euforia, insônia, irritabilidade, depressão, aumento da pressão arterial e taquicardia.

remedio para emagrecer

Vantagens do remédio para emagrecer

Muito procurado por quem está acima do peso, os remédios emagrecedores parecem a solução perfeita para quem não gosta de exercício físico ou não consegue virar um natureba e comer direito com qualidade. É vantajoso tomar remédio para emagrecer, sempre sob supervisão e com acompanhamento de um médico, quando a pessoa tem excesso de peso que traz mais riscos à saúde do que a medicação.

Na verdade, esse tipo de remédio é indicado pelos endocrinologistas como forma de auxiliar no tratamento de pacientes obesos, com IMC (Índice de Massa Corpórea) maior que 30, ou para quem apresenta problemas de saúde causados pelo aumento de peso. Quer calcular seu IMC? Acesse o site www.abeso.org.br e confira. 

Riscos dos remédios para emagrecer

Além dos efeitos colaterais já citados, os inibidores podem trazer arritmia cardíaca, parestesia, alterações mentais e no humor. Como fatores de risco, pode-se citar: ataque apoplético, problema para urinar, dor no peito, hemiplegia, visão anormal, dispneia e edema, que necessitam de acompanhamento médico.

Desvantagem dos remédios para emagrecer

Sem a reeducação alimentar, os pacientes que fazem uso de tratamentos para emagrecer com remédio acabam engordando de novo quando param de tomar os remédios, gerando o indesejável efeito sanfona.  Por isso é importante aliar o uso do medicamento com outras medidas que tornem o resultado final do emagrecimento mais constante, como ter uma dieta balanceada e exercícios físicos.

Outro fator de desvantagem para esse tipo de medicamento é que ele atua diretamente no cérebro, trazendo de alguma forma dependência física e psicológica. Assim, o paciente tem a necessidade de ter daquela substância em doses cada vez maiores. 

A sibutramina, por exemplo, é um inibidor de apetite que age no cérebro aumentando a sensação de saciedade e de bem-estar. Embora ele diminua aquela vontade de comer carboidratos, os pacientes que já fizeram uso relataram que com o passar do tempo o efeito vai diminuindo.

Já os anfetamínicos, famosos desde a época de 90, agem no sistema nervoso central, inibindo rapidamente o apetite. Porém, como grande desvantagem está a dependência física e química. Por essa razão, esse tipo de remédio precisa ser consumidos por um tempo limitado e com a supervisão médica.

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